Taxa de entrada no Château de Malmaison – Bilhetes para grupos
Taxa de entrada no Château de Malmaison – Bilhetes para grupos
Para reservarDescrição
Aberto todos os dias, exceto às terças-feiras. De 1º de outubro a 31 de março, das 10h às 12h30 e das 13h30 às 17h15 (17h45 aos fins de semana). De 1º de abril a 30 de setembro, das 10h às 12h30 e das 13h30 às 17h45 (18h15 aos fins de semana). Fechado em 1º de janeiro e 25 de dezembro. Os ingressos são válidos por dois anos a partir da data da compra. Entrada gratuita para todos no primeiro domingo de cada mês. Tarifas para grupos de 20 a 100 pessoas: para grupos maiores, entre em contato conosco. O Museu Nacional do Castelo de Malmaison está aberto todos os dias, exceto às terças-feiras, 25 de dezembro e 1º de janeiro. Última entrada no museu e no parque 45 minutos antes do fechamento. De 1º de outubro a 31 de março: das 10h às 12h30 e das 13h30 às 17h15 (até às 17h45 nos fins de semana). Parque: das 10h às 18h. De 1º de abril a 30 de setembro: das 10h às 12h30 e das 13h30 às 17h45 (até às 18h15 nos fins de semana). Parque: das 10h às 18h30. Hoje um castelo-museu, Malmaison foi a residência particular de Napoleão Bonaparte e da Imperatriz Josefina, um refúgio campestre localizado a meia hora de Paris, onde o Primeiro Cônsul vinha trabalhar e relaxar. O Château de Malmaison foi adquirido em 1799 por Josefina, que, a pedido de Napoleão, procurava terras perto de Paris. O casal Bonaparte contratou os arquitetos Percier e Fontaine, que transformaram a antiga residência em um exemplo do elegante e refinado estilo consular. A partir de 1800, este pequeno castelo, juntamente com o Palácio das Tulherias, tornou-se um dos centros de tomada de decisões políticas na França. Malmaison, no entanto, permaneceu uma residência privada, renomada pela beleza de seus jardins e pelas espécies raras ali cultivadas. Após o divórcio em 1809, Josefina retirou-se para lá e faleceu em 29 de maio de 1814. Esvaziado e dividido, Malmaison foi comprado pelo Imperador Napoleão III, neto de Josefina, que desejava transformá-lo em um museu. Este projeto só foi concretizado em 1903, graças a Daniel Iffla, conhecido como Osíris, que adquiriu o castelo, restaurou-o e o doou ao Estado. Uma visita ao castelo e seus jardins permite apreciar todo o charme desta "propriedade rural", que conseguiu preservar sua atmosfera intimista e caráter autêntico.
